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Depois de  3 anos adiados devido a pandemia finalmente pude conhecer Petra.

Quando falamos em Petra geralmente vem à mente as imagens da entrada leste de Petra, um desfiladeiro de arenito de 76 metros de altura conhecido como Siq que leva diretamente a Al Khazneh (o Tesouro).

Quem não viu Indiana Jones?

Porém é apenas um dos diversos monumentos da cidade.

Esculpida diretamente em penhascos vibrantes de vermelho, branco, rosa e arenito, a cidade pré-histórica de Petra  foi “perdida” para o mundo ocidental por centenas de anos.

Petra já foi um próspero centro comercial e a capital do império Nabateu entre 400 a.C. e 106 d.C.

Os Nabateus, antes de serem conquistados e absorvidos pelo Império Romano, controlavam uma vasta área do Oriente Médio, desde os atuais Israel e Jordânia até o norte da Península Arábica. Os restos das suas redes inovadoras de captação, armazenamento, transporte e sistemas de irrigação de água são encontrados até hoje em toda esta área.

Por volta de 1812 o explorador suíço Johann Ludwig Burckhardt, viajando disfarçado de árabe, ouviu falar do lugar e resolveu investigar.

Em 1985, o Parque Arqueológico de Petra foi declarado Patrimônio Mundial da UNESCO e, em 2007, foi nomeado uma das novas sete maravilhas do mundo.

Hoje, acredita-se que somente 15 % já tenha sido descoberto.

Veja minha visita a Jordânia.